Featured post

Túmulos que não são meus.

Tema: do meu devocional Saindo de lugares de morte que não me pertencem mais.

Túmulos que não são meus

.João 11:43-44 — “E, tendo dito isso, clamou em alta voz: Lázaro, vem para fora! E o que estava morto saiu, com os pés e as mãos ligados com faixas, e o rosto envolto num lenço. Disse-lhes Jesus: Desatai-o e deixai-o ir.”Mateus 28:6 — “Ele não está aqui; ressuscitou, como tinha dito. Vinde, vede o lugar onde o Senhor jazia.”Isaías 43:18-19 — “Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as antigas. Eis que faço uma coisa nova…”Salmos 30:5 — “O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã.”2 Coríntios 5:17 — “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é…”Romanos 8:1-2 — “Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus…”Efésios 5:14 — “Desperta, ó tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá.”1. Identificando os túmulos que não são meusLugares de dor, culpa, medo, rejeição, traumas, feridas emocionais.

Coisas que nos prenderam, mas que não definem quem somos.Referência: Isaías 43:18-19 — Deus te chama pra olhar pra frente.

Quem te colocou lá?Muitas vezes foram palavras de terceiros, abusos, relacionamentos tóxicos, traumas, decepções.

Outras vezes, fomos nós mesmas que nos prendemos por não perdoar, não se libertar do passado.Referência: João 11:44 — “Desatai-o…” — Jesus te chama, mas também manda remover as amarras.

O chamado de Jesus: Sai pra fora!O túmulo não é seu endereço!Sua identidade não é morte, é VIDA!Tem mulher vivendo em túmulos emocionais, espirituais, relacionais…Referência: Efésios 5:14 — “Desperta, tu que dormes…”4. Ressurreição e vidaJesus venceu a morte. Nem o próprio túmulo pôde segurá-Lo.Se Ele vive, você também viverá.Referência: Mateus 28:6 — “Ele não está aqui…

”Que túmulo você precisa sair hoje?Que amarras ainda te seguram?

Jesus não te chamou pra viver em cavernas, mas pra viver no sobrenatural, no novo, na graça, na liberdade!Levanta mulher! Se posiciona! Sai desse lugar que não é seu. Deus te chama pra viver o extraordinário!

Nós não fomos chamados para acompanhar a temperatura do mundo. Fomos chamados para manter o fogo aceso.

“Por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará.”
— Evangelho de Mateus 24:12
Jesus não disse “talvez”. Ele afirmou que iria acontecer. O amor ia esfriar. E a gente está vendo isso: gente mais fria, mais egoísta, menos paciente, menos misericordiosa.

Nós não fomos chamados para acompanhar a temperatura do mundo. Fomos chamados para manter o fogo aceso.
O que é o amor esfriado?
É quando:
Você para de se importar.
Começa a achar normal não ajudar.
Se acostuma com a dor do outro.
Ama só quem te ama.
Perde a compaixão.
O amor esfriado não começa com ódio.
Começa com indiferença.
E indiferença é perigosa demais.

O padrão continua sendo o mesmo
Jesus deixou claro:
“Amarás o teu próximo como a ti mesmo.”
— Evangelho de Mateus 22:39
Não é amar quando é fácil.
Não é amar quando a pessoa merece.
É amar porque você foi amado primeiro.
O problema é que, nos últimos tempos, as pessoas vão amar mais a si mesmas do que a Deus e aos outros (como Paulo alertou em Segunda Epístola a Timóteo 3:1-5). E quando o “eu” cresce demais, o amor pelos outros diminui.
Amar virou uma batalha
Hoje, amar é resistência espiritual.
Amar quando te ignoram.
Orar por quem te fere.
Ajudar quem não pode retribuir.
Continuar servindo mesmo cansada.
Isso é guerra contra o esfriamento.
Porque o mundo ensina: “Cuide só de você.”
Mas o Reino ensina: “Sirva. Perdoe. Doe-se.”

Como manter o coração aquecido?
Volte para a fonte.
Quem se afasta de Deus esfria. Não tem jeito.
Pratique o amor.
Amor não é sentimento, é decisão diária.
Perdoe rápido.
Mágoa acumulada é gelo no coração.
Sirva alguém.
Serviço quebra egoísmo.
Ore por sensibilidade.
Coração endurecido precisa de quebrantamento.

Se você não vigiar, você esfria.
Se você não alimentar o espírito, você endurece.
Se você não lutar, você vira mais uma estatística dos “muitos”.
Mas você não é “muitos”.
Você é remanescente.
Oração
“Senhor, não permita que o meu amor esfrie. Mesmo que o mundo se torne frio, mantém meu coração em chamas. Dá-me compaixão, sensibilidade e coragem para amar como Jesus amou. Amém.”

“Eu me recuso a deixar meu coração acompanhar o frio dos últimos tempos.”

Jesus é o meu suficiente e o meu suficiente é tudo que eu mais quero é, tudo que eu preciso.
Eu baseio esse devocional no Salmo 23, versículo 1:

“O Senhor é o meu pastor e nada me faltará.”
Quando Jesus é o meu Pastor, nada me falta.
Nada.
Porque tudo o que eu preciso, Jesus prepara para o meu dia.
Tudo.
Alimento.
Saúde.
Força.
Momentos difíceis.
Ele está comigo em todos eles.
Eu lembro do meu luto quando meu filho Michael morreu, eu fiquei em estado de choque apenas vivia como se fosse um zumbi, eu chorava olhava ao meu redor e via tudo cinza. Como se não existisse mais cor ,ao chegar em casa olhava o Vitor e a Kathleen e no abraço deles . Eu senti a presença de Deus comigo todos os dias a cada abraço, a cada sorriso a cada chamada mãe, o mãe, eu sentia Deus.
Foi tão forte, tão real… principalmente no momento da depressão. Porque sim, nós passamos por momentos de depressão. E isso não tem nada a ver com falta de Deus. A depressão não tem nada a ver com a falta de Deus.
Mas naquele momento escuro, o Senhor esteve comigo.
Jesus foi o meu suficiente.
Claro que eu procurei ajuda.
Claro que eu fui atrás de tratamento.
Tomei medicação.
Fiz acompanhamento.
E isso não diminui a fé de ninguém.
Mas toda vez que eu recorria ao Senhor, toda vez que eu orava, eu ficava até melhor. Havia um alívio que não vinha só do remédio — vinha da presença.

E foi ali que eu entendi:
Jesus é o meu suficiente.
O meu suficiente é tudo o que eu mais quero.
Tudo o que eu preciso é Jesus.

E foi daí também que o Senhor me falou que iria me dar o Planeta Cristão. Olha que coisa… de um momento muito ruim, nasceu um propósito muito bom.
De um tempo de dor, nasceu uma missão.
E através do Planeta Cristão eu posso falar com pessoas do mundo inteiro. Posso dizer que existe esperança. Posso dizer que existe consolo. Posso dizer que existe Pastor.

Porque Jesus é o meu suficiente.
E o meu suficiente é tudo o que eu mais quero.
É tudo o que eu preciso.
O suficiente não aquilo que um dia podemos ter, e sim aquilo que precisamos para viver o dia de hoje.  O suprimento  necessário para esse dia.

Edivangela Sueka Djurberg.

Livro de Jeremias 29:11
“Porque eu bem sei os planos que tenho para vocês, diz o Senhor; planos de fazê-los prosperar e não de causar dano, planos de dar a vocês esperança e um futuro.”

Jeremias 29 não foi escrito para um povo vivendo milagre.
Foi escrito para um povo no exílio.
Eles estavam na Babilônia. Longe de casa. Longe do templo. Longe do que conheciam.
E Deus diz:
“Eu sei os planos.”
Eles não sabiam.
Eles não viam.
Mas Deus sabia.
Isso conversa demais com o seu tema:
Se eu não acreditar que o Senhor tem preparado além do que posso imaginar, eu não consigo mais andar.
Porque fé não é sobre o que você está vendo.
É sobre o que Deus já está preparando enquanto você ainda está atravessando o deserto.
Jeremias 29:11 não é frase motivacional.
É declaração de governo de Deus sobre o futuro.
Ele não disse: – “Talvez eu tenha um plano.”
Ele disse: – “Eu sei.”
Quando você não acredita nisso, você trava.
Quando você acredita, você continua andando mesmo chorando.
Você já viveu isso na pele. Já atravessou perdas, humilhações, recomeços. E se você tivesse parado no meio do caminho? Não teria visto o que Deus construiu depois.
Esse versículo é para quem está no meio da Babilônia e precisa lembrar que ainda existe um futuro.

O Senhor tem preparado além do que posso imaginar.
O cenário não define o plano.
O exílio não cancela a promessa.
Deus já viu o meu amanhã.
Se eu parar de acreditar, eu paro de andar.
Fé é continuar mesmo sem enxergar.

“Se eu não acreditar que Deus já preparou algo maior do que eu consigo imaginar, eu desisto no meio do caminho. Mas Ele já viu o meu futuro.”

Devocional Diário do Planeta Cristão Vento no Seu Lugar.

Devocional Diário do Planeta Cristão Vento no Seu Lugar.

Tem dia que parece que o céu fechou de vez.
Foi assim no dia da luta. No dia da perda. No dia em que a notícia caiu como trovão.
Quando a gente fala de dor, automaticamente lembra de chuva. Céu cinza. Vento forte. Terra molhada. Frio na alma.
Mas deixa eu te dizer uma coisa na lata:
O sol não deixou de existir só porque você não está vendo ele.
A Bíblia diz em Romanos 8:26 que o Espírito nos ajuda em nossa fraqueza. Não diz que Ele ajuda só quando a gente sente. Diz que Ele ajuda.
E tem diferença.
Porque tem dias que a gente sente o abraço. E tem dias que a gente só precisa crer que Ele está ali.
Em João 14:16, Novo Testamento Jesus chama o Espírito Santo de Consolador.
Consolador não é quem evita a dor. É quem fica durante a dor.
No dia em que tudo parecia nublado na minha vida… o Espírito Santo não saiu do lugar. Eu não sentia calor. Eu não via luz. Mas Ele estava ali — sustentando o que eu não tinha força para sustentar.
Assim como o sol continua firme acima das nuvens, o Espírito continua presente acima da nossa percepção.
Chuva não anula o sol. Dor não anula Deus. Silêncio não significa ausência.
Às vezes o Espírito sopra forte. Às vezes Ele sopra baixinho. Mas Ele nunca sopra fora do lugar.
Hoje, se seu dia está cinza, respira.
O céu pode estar fechado, mas o Espírito continua no controle do vento.
E quando a tempestade passar — porque ela passa — você vai perceber que nunca esteve sozinho.
Versículo/ Novo Testamento
“Da mesma forma o Espírito nos ajuda em nossa fraqueza.” — Romanos 8:26

A chuva pode esconder o sol, mas nunca apaga a presença do Espírito.

Em dias difíceis tudo que eu preciso é Deus.E nada mais.

Devocional Diário do Planeta Cristão Tema:
“Me coloca em Teus braços e me ajuda a passar esse tempo de aflição”

Tem horas que a gente não quer explicação.
Não quer sermão.
Não quer correção.
A gente só quer colo.
E Deus não se assusta com isso. Pelo contrário.
A Bíblia mostra um Deus que abraça antes de explicar.
“Como alguém a quem sua mãe consola, assim eu os consolarei.”
(Isaías 66:13)
Quando a aflição chega, a fé não some.
Ela só cansa.
E é aí que a oração muda de tom.
Ela deixa de ser bonita e vira necessária.
“Me coloca em Teus braços” não é fraqueza.
É maturidade espiritual.
É reconhecer: sozinho eu não dou conta.
“Lançando sobre Ele toda a vossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de vós.”
(1 Pedro 5:7)
Os braços de Deus não são simbólicos.
São lugar de descanso.
Lugar onde o choro não é pecado.
Onde o silêncio também é oração.
Talvez Ele não tire o problema agora.
Mas Ele te sustenta enquanto ele passa.
“Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque Tu estás comigo.”
(Salmos 23:4)
O vale não é o fim.
É o caminho.
E ninguém atravessa o vale sozinho quando aprende a se deixar carregar.

Oração

Senhor,
eu não quero respostas agora.
Eu só quero Teus braços.
Me envolve. Me guarda. Me sustenta.
Me ajuda a passar esse tempo de aflição sem perder a fé,
sem perder a esperança
e sem perder quem eu sou em Ti.
Amém.